Jeru Jeru Salém

Canaã espalha-se em meus olhos por sobre toda a Israel do agora!

Terra prometida, sem terra obtida, vejo sobreposta a Jerusalém, Jeru Jeru Salém, a Nova Jerusalém. Sua porta de acesso está à entrada da Quram, onde um imenso pilar de Luz sustenta a conexão do Domo de Pedra com o amanhã.

Como um farol a ser visto por toda a extensão, no momento da mudança, a direção.

Há zelo, há condução. O berçário está pronto, comandado por Cristo e Maria Madalena, algumas consciências já trabalham desde a construção, outros para lá ainda irão conscientes, ao portal a esperar pelo êxodo bem sucedido, que atravessará o mar vermelho de nosso próprio sangue.

Outra dimensão, da terceira para a quinta, em aceleração das moléculas a substituir o Carbono por Hidrogênio, a transliteração se dará de forma a interpretar a imagem-semelhança divina: YHVH, nova oitava em nós a modificar o DNA para o DNA-cósmico, ativando as demais adormecidas dez espirais.

Quando desperta  e curada as duas espirais já ativas em Terra, e despida de crenças a consciência se liberta, resta apenas a essência que habita na matéria a pineal, potencial de estrela a seguir a jornada além da camada da crosta a girar.

Aos que dormem, novo ciclo a iniciar, como bebês nesse novo altar. Nova taça de esquecimento a limpar, ficando ainda a necessidade de despertar. Relembrar e aceitar, superar e seguir. Há a sobreposição de uma nova Shekinah.

Aos que despertam e trabalham em amor e escolhem ficar, por sua tentativa de reconstruir, por sua missão de contribuir, por sua libertação do ego e junção à Soma, resta amparar no processo de cuidar. Receber nesse novo portal, os que ainda dormem e zelar pela Nova Terra. Guardiões, avatares dessa nova esfera.

As doze tribos de Israel finalmente serão formadas e reformadas, no início do novo início. Filhos do céu ainda em Terra, compõe a seguir nova matéria a expressar tudo o que foi aprendido, e exercitar o que a consciência despertou. Em pares despertos a povoar novamente, desde a sua semente.

Há ainda os que seguem, a amparar o comando e servir como elos para os que ainda completam a missão.

Sopram em nós novo fôlego pra findar o translado e a liberação. Destes somos a condução e o amparo para a sobreposição da nova oitava. Levamos no amparo do nosso vital transformado, os que socorrem e os socorridos que dormem, sob o comando estelar, na condução da NaveLuz …

Ao deixá-los no ponto de entrada a Jeru Jeru Salém, somos soprados também, para suprirmos em nós nova forma, sem forma, transformada em Estrela.

Resta a consciência liberta, entregue à Luz e como contas de um imenso colar nos unimos aos que do outro lado de nós estiveram em condução aguardando o final desta missão.

Seguimos.

Amanhece.

“Texto – relato de experiência com consciência expandida, vivência ocorrida em julho de 2008, sob condução de Metatron. Parte da viagem consciente a 5 pontos de Luz, assim como Shambhala, pontos estes de ancoramento para a grande mudança, funcionando como pilares em Terra”

Shalom!

Sophia Christou

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