A Pedra Filosofal

 
 
“Aquele que sabe  
Ouve em silêncio  
A fim de integrar o universo   
Com base no conhecimento   
Que alcança os fundamentos   
Onde com grande sabedoria, uma semente é lançada   
Um pequeno raio do sol oculto   
Que unifica todas as partes   
Para entrar na fonte da sabedoria interior   
Onde o aprendiz clareia a mente, percebendo o que ainda não está maduro   
Dissipando as nuvens da dúvida, visando elevar-se   
Rompe a cautela habitual e alcança a luz branca   
Encerrando a parte equivocada e entrando em transe   
Recebe a luz de seu próprio Ser Crístico
A fim de enxergar na escuridão   
Tocando uma música do “ContinUm”   
Com a canção e o ritmo  
Colocado no lugar correto onde o alimento divino é obtido   
TUDO ISSO É NECESSÁRIO PARA SE OBTER A PEDRA FILOSOFAL”.
 
  
  
  
“Filosofia advinda dos estudos de Calendário Maya, no qual mergulhei em 2004, quando estive em Palenque no México após fazer os estudos teóricos no Brasil. 
  
Normalmente não me contento só com a teoria, indo em busca de minhas histórias… e a sincronicidade, a partir da intenção de estar lá… me concedeu um curso na Cidade do México por conta da empresa em que eu estava trabalhando, isto ocorreu em menos de um mês da intenção lançada ao universo… e… assim realizei…
  
Consegui visitar a Pirâmide das Escrituras, onde há a tumba de Pacal Votan – local este, na época vetado ao acesso de turistas há 4 anos…
…Mas como não fui até lá à toa… 
 
Depois de tres tentativas de acesso às escondidas nos quais fui pega pelos seguranças do parque arqueológico, e depois de muita insistência consegui um horário pra argumentar junto ao administrador do parque com nome de Darwin… o qual me concedeu o acesso programado para após o fechamento do parque ao público….
 
Entrei na Pirâmide pela escadaria principal, a qual fiz em devoção e respeito, descalça, como costumo adentrar a locais sagrados
 
Lá consegui 15 minutos sozinha, em meditação, dentro da pirâmide de fronte a tumba… foi indescritível estar lá, como se o local guardasse a história viva e interpenetrasse meu ser sem palavras, como o entendimento que viera tal qual um ‘pacote’…”

 

Notas:

. A tumba pesa 18 toneladas, somente a tampa pesa 6 tonelada, onde há as inscrições dos ‘kins’ símbolos do calendário Maya ao seu redor e no tampo a imagem de Pacal Votan como fosse dentro de uma nave… 

. A civilização Maya, é a civilização pré-colombiana que diferente das outras, não deixou história de ter sido dizimada… simplesmente ‘sumiu’, ou como eu gosto de dizer: ascendeu.

. Meu Kin (signo maya) é o 119  – ‘Tormenta Lunar Azul’ e isto explica como lido com os desafios… tal como um Fênix… sempre em renovação.

. Este trecho, também me inspira os estudos de Alquimia, onde os aspectos da Pedra Filosofal são tratados com mesmo teor. 

. Outro aspecto de que gosto muito deste trecho, é o incentivo ao silêncio da mente, a meditação, prática que faz parte diariamente de minha conexão com o Sagrado.”

 

In Lake’ch (eu sou o outro você)
Sophia Christou
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