Caderno do Amor

março 17, 2015 at 12:09 pm (Mensagens)

stillness

…Silêncio

Consciência

Sabedoria

Fortalecimento

Certeza

Deus

Completude

Perfeição

Alegria

Gratidão

Serenidade

Fuidez

Infinito

Amor

Brilho

Confiança

Paz

Verdade

Eternidade

Iluminação

Ascensão

Estrela

Inocência

Vida

Terra

Beyond

Plenitude

Experienciar

Sol

Liberdade

Voar

Entrega

Felicidade

Presente

Agora

Eterno

Carinho

Compaixão

Acolhimento

Luz

Presença

Despertar

Pureza

Clareza

Meditação

Solitude

Louvor

Divindade

Universo

Cura

Poder

Isham

Quietude

Maestria

Graça

Beleza

Conexão

Cardíaco

Celebração

Inteiro

Um

Todo

Shanti

Realização

200%

Persistência

Conduzir

Bliss

Pineal

Awakening

Surender

Santuário

Templo

Stillness

Intuição

Samadhi

Sagrado

Rising

Healing

Silêncio…

…Om…

Sophia Christou

(palavras do meu caderno do Amor)

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Vão da Eternidade

março 12, 2015 at 3:43 pm (Expansão de Consciência, Insights)

Colocando as atitudes de ascensão uma a uma, intercaladas a pensamentos dos quais fui me desidentificando percebi um ponto de dor bem profundo, dor emocional, não física, um ponto/aspecto que ainda sou muito triste, uma incompreensão de algo que me falta, que ainda busco, olhei para isso e me permiti sentir, sem julgar, também não forcei entender e, do sentir, me ‘descolei’ para o observador…

Em algum momento veio uma questão que não parecia ser minha mente, foi como um mestre interno me mostrando e sem palavras… Veio algo que simboliza assim: “o que te falta, está buscando fora? Você já é, você já tem”.

Apenas aceitei e continuei observando, percebi que não há o fora, e também não há o dentro, é tudo uma coisa só.

É como se o que dói nessa dimensão estivesse limitado de sentir nessa condição/dimensão, mas que eu estou também na outra ou nas outras, mas é um “eu” sem ego, tentei novamente entender com a mente e veio o mesmo direcionamento: “vai tentar entender com a mente? Apenas permita-se sentir” (Nessa dimensão temos formas, palavras, comparativos, memórias, mas esta não é a linguagem das outras dimensões, está fora da compreensão que posso ter nesta) mas o sentir, sim, isto é possível de se experimentar…

Então ‘desgrudei’ novamente, me permitindo e foi como se a partícula fosse onda ao mesmo tempo, pois não havia nem tempo e nem distância, as dimensões co-existiam e ‘eu’ estava permeando todas ao mesmo tempo, como se me deitasse no Vão da Eternidade.

Fiquei sentindo essa amplidão, apenas observando.

Quando fomos chamados a voltar, ainda sentindo a completude que calou a ‘dor da separação’, fui me apercebendo novamente do corpo físico e foi como se minha mão pudesse tocar um fino véu para se despedir de mim mesma do outro lado.

O êxtase em meu peito me trouxe uma satisfação que em poucas ocasiões senti, uma saciedade que me pareceu matar a fome, a sede e toda a ânsia de tentar completar-me.

 

(Vivência de uma hora com Ascensão Ishaya juntamente com o Grupo que frequento semanalmente.)

Março/2015

Sophia Christou

leveza

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