Allegro
Picos que brilham e pulsam
Leves e intensos momentos
Allegro
Vivo e presente
De presente
Canto o lírico
De nós Andante
Sophia Christou
Versos
Versos meus
Versos teus
Versos teus
Versos meus
Respostas perdidas no tempo
Que há tempos esperamos por
Respostas
Eram em si caminhos de idas e vindas
Velados de nós
Na chuva que escorria em nossa face
Levando o nosso beijo
Na tinta que escorria em metáforas
Guardando nosso desejo
Sophia Christou
Nunca
“…Nunca
Quando a gente perde a ilusão
Deve sepultar o coração
Como eu sepultei
Saudade
Diga a esse moço por favor
Como foi sincero o meu amor
Quanto eu o adorei
Tempos atrás…”
Lupicinio Rodrigues
“…No nosso idioma o advérbio de tempo, não tem a distinção entre ‘definido’ e ‘indefinido’ como no inglês, por exemplo.
Tratamos como algo que está na linha do tempo messssmo!
…Ou, que definitivamante não está, como o ‘NUNCA’.
Há ainda os advérvios de interrogação, mas não é o caso deste…
Talvez poderíamos considerar este como sendo um de dúvida/interrogação”?” Sim, o ‘ TALVEZ’ é considerado assim…
…Mas o ‘NUNCA’… de tempo.
Sem tempo de ser nunca?
Puxa…
‘NUNCA’ é tempo demais!!! “
Sophia Christou
Iluminai
Oh! Senhor iluminai, iluminai, iluminai
Me eleva nas alturas, nas alturas, nas alturas
Para eu ver brilho celeste, brilho celeste, brilho celestial
Para eu saber me orientar, me orientar, me orientar
Sou Um Contigo Divina Luz, Divina Luz, Divina Luz
É um primor, paz e firmeza, é um primor de realeza!!!
Prem Baba
Imagine
Gosto muito de prestar atenção nos sinais e nas sincronicidades das coisas… Ouvir uma música dessas num momento especial, pra mim não é qualquer coisa… é um recado dos céus!
Que diz que existe apenas o Presente, o Agora, para vivermos da melhor forma, para estarmos inteiros onde estivermos!
Sophia Christou
Lumem
Danço, meus braços soltos pelo ar
Em busca de ti, de te acariciar
Serpenteio nossas energias ainda unidas
Visito o templo que visitamos
Como estivesse ainda, dentro em mim
Oferto a ti o amor que me transborda
Ainda com teu próprio perfume
No cume do pulsar de nossos corpos
Vou e volto em nosso lumem
Sophia Christou
Poesia sem palavras
A poesia que se fez do beijo de nossas palavras
Caladas e contidas
Não mais de nós escondidas, ao presente, logo, inteiro
Colamos os nossos corpos na poesia de nossas vidas
E em versos de perfume e dança
Fixamos sem palavras, apenas de olhar em lança
A eternidade num momento
Sophia Christou
É o que me interessa
Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa.
Lenine
“…A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa.…”
Solidão e Presença
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo…
Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar…
Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos…
Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida…
Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado…
Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma…
Francisco Buarque de Holanda 
…Presença é quando sentimos o outro sem ver
Quando conhecemos sem ter visto
Quando o reconhecemos em nós, em todos os sentimentos e sentidos
É quando nos sentimos acolhidos, mesmo na distância
Quando respeitamos o tempo do outro sem cobranças
Quando fazemos de um momento a eternidade a nos pronunciar
Sophia Christou






